Manifesto Universidade Emancipa

Conheça a Universidade Emancipa

 

Por uma educação dos 99%

Em 2017 a Rede Emancipa completou 10 anos de existência. Ao longo desta década, suas iniciativas de educação popular avançaram e diversificaram, reforçando em seu cotidiano e horizonte de milhares de jovens a educação como prática para a liberdade. A Rede Emancipa sente-se parte viva de um projeto popular de emancipação para o Brasil.

Desde sua fundação, este movimento popular de educação se esforça para diminuir as distâncias entre as classes subalternas e a universidade brasileira. Para tal, promove a construção de um amplo movimento de cursinhos populares pré-universitários para que a juventude das periferias rurais e urbanas possam ingressar nas universidades, compartilhar e se apropriar do conhecimento aí desenvolvido e transforma-lo, dentro e fora deste espaço.

Com o tempo, contudo, ficou claro que este projeto precisava ir além dos exames para ingresso no sistema de ensino superior. Caso contrário, seria preciso deixar de lado uma ampla parcela da juventude pobre que conhece e se aproxima das iniciativas dos cursinhos populares. Queremos uma educação para os 99% da população brasileira e isso exige transformar a própria concepção de acesso ao ensino – ao ensino universitário, em particular – e conecta-la a uma nova visão de educação, capaz de superar o sentido excludente da cultura, do conhecimento, da economia e da política vigentes em nosso país.

Assim, entendemos e praticamos a educação popular como ferramenta político-pedagógica que tem como objetivo divulgar e recriar permanentemente o conhecimento como força material para transformar a sociedade. É, portanto, uma concepção de formação comprometida com as necessidades das classes populares. Nesse sentido, ela deve, ao mesmo tempo, ser instrumento de mobilização, capacitação e estratégia de organização da população em torno de seus próprios interesses.

Neste sentido, a Universidade Emancipa, projeto de conformação de um centro nacional de educação popular que ora apresentamos, se soma a outras iniciativas da Rede Emancipa que, além do ensino pré-universitário, abrangem o trabalho de educação em espaços de privação de liberdade, a alfabetização de jovens e adultos, a educação feminista, o ensino infantil e o ensino da prática esportiva. Estas iniciativas funcionam hoje em 10 estados do país, em mais de 30 cidades, mobilizando milhares de pessoas.

Este centro nacional de formação servirá como nó fundamental desta rede, ferramenta de formação político-pedagógica de nossas educadoras e educadores. Mas não apenas. Como um centro nacional de educação popular, a Universidade Emancipa se vê como parte de um movimento mais amplo de luta por uma nova sociedade brasileira, na qual a subalternidade possa se converter em verdadeira autonomia e solidariedade humanas.

Universidade Emancipa: educação de educadores 

A proposta de criação de um centro nacional de educação popular no Brasil – a Universidade Emancipa – parte de uma leitura crítica da experiência histórica abarca, entre outras experiências, as iniciativas de universidades populares que surgiram no contexto europeu e latino-americano do final do século XIX e início do século XX. As universidades populares “clássicas” visavam “substituir” ou “complementar” o ensino formal, mas este não é nosso propósito. Trata-se de uma proposta com vistas à formação político-cultural de educadores populares.

 

A experiência dos cursinhos populares – e dentre eles, aqueles impulsionados pela Rede Emancipa – nasceu justamente das demandas de acesso à educação superior em um país periférico. A recente expansão do ensino superior e a implementação de políticas afirmativas (cotas raciais, indígenas e para a escola pública) nas universidades públicas contribuíram significativamente para sua democratização. Mas o acesso à educação universitária pública, gratuita e de qualidade ainda continua restrito a um número reduzido de pessoas. O conhecimento que é produzido nessas universidades ainda é inacessível para muitos. A democratização do ensino superior é um longo processo que ainda está muito distante de ter se concluído. Para se ter uma ideia, em 2013, 14% da população brasileira havia concluído o ensino superior. Esse índice é de 34% nos países da OCDE, 22% na Colômbia, 21% no Chile, 19% no México e 18% na Costa Rica.

Este é, entretanto, apenas um aspecto do problema. Mesmo este contingente que frequentou a universidade tem seu processo formativo abruptamente encerrado após a obtenção de um título superior. O ensino de pós-graduação formal (especialização, mestrado e doutorado) é ainda mais restrito e acessível a um número muito menor de pessoas. O processo de conhecimento e aprendizagem deveria ser contínuo, mas poucas opções restam a quem quer continuar estudando. Essa dificuldade é enfrentada de modo ainda mais dramático por professores e professoras do ensino médio, que se distanciam rapidamente dos centros de produção e irradiação de conhecimento e são condenadas à periferia de um sistema ineficiente.

Assim como há uma demanda de ensino pré-universitário, há também uma demanda de educação pós-universitária. É a partir dessa demanda que se constrói a Universidade Emancipa, como parte de um movimento social que luta pela democratização da educação no Brasil. Seu objetivo é, em primeiro lugar, atender a demanda de formação de educadores populares que atuam no movimento de educação popular e movimentos sociais, oferecendo cursos avançados de formação política e cultural (ver propostas de ementas abaixo) que permitam a esses educadores entrar em contato com temas e novos conhecimentos produzidos na universidade, contribuindo, assim, para estimular o interesse na educação continuada e, ao mesmo tempo, de difusão e transformação do saber produzido. Trata-se, portanto, de um projeto de formação dos intelectuais orgânicos das classes populares.

Além do voluntarismo, as iniciativas de universidades populares historicamente foram marcadas pelo problema fragmentação temática e a sobreposição anárquica de temas desconexos, resultantes da hiperespecialização predominante entre os acadêmicos que se dispuseram a tomar parte delas. Isto se deveu ao fato de que muitas vezes foram estabelecidas sem projeto pedagógico orgânico e unitário e acabaram por reproduzir a separação entre intelectuais e massa, acadêmicos e não acadêmicos, própria do ambiente de ensino superior formal. O resultado, nesse caso, foi limitado à ilustração, à difusão de um catálogo de conhecimentos distantes da vida real e das necessidades existentes de formação dos educadores e educadoras populares, enfim, um conhecimento meramente diletante.

Nossa meta não é a mera ilustração, mas a promoção do encontro cultural e formação política de educadores e educadoras populares, bem como o reforço da luta pela universidade pública por aqueles que hoje estão fora dela. Os cursos da Universidade Emancipa poderão, também, ser frequentados por estudantes dos cursinhos populares ou mesmo por um público mais amplo. Os cuidados para evitar uma formação de tipo diletante e fragmentada não impedem, além disso, que paralelamente àqueles cursos avançados tenham lugar iniciativas nas quais novos temas possam ser tratados em rodas de conversa, debates, conferências, performances, intervenções artísticas, etc. Ao contrário: a Universidade Emancipa deve ser espaço de uma força viva de um movimento de reflexão e ação dinâmico e permanente.

Nosso plano pedagógico, portanto, é organizado a partir de uma prioridade. O objetivo é a formação desses novos intelectuais orgânicos em projeto pedagógico orgânico e unitário, que possa imprimir uma direção consciente ao processo formativo e tornar efetiva a crítica da cultura e sociedade contemporâneas.

Para tal, o engajamento de intelectuais da universidade nesse projeto é crucial. Por um lado, é a participação de especialistas no projeto que torna possível a realização dos cursos avançados e a difusão de novos conhecimentos avançados. Por outro, essa participação permite a formação de um novo tipo de intelectual a partir da rica relação pedagógica envolvendo diferentes tipos de educadores e educadoras, sujeitos integrados ao sistema universitário formal, educadores(as) populares engajados(as) nos cursinhos populares e pessoas que transitam entre os dois ambientes e assumem uma função de mediação.

O dilema da educação dos educadores, poderá, assim, ganhar uma nova solução. Nesta, os diferentes intelectuais educam-se no processo pedagógico ao mesmo tempo educam, ou seja, conectam-se com as experiências de vida e as práticas sociais e políticas das classes populares e, desse modo, enriquecem uma prática pedagógica com vistas a superar sua própria condição subalterna.

Experiência pioneira, a Universidade Emancipa visa cumprir uma função de coordenação entre diferentes iniciativas de educação popular, ser um centro irradiador de práticas e conhecimentos que tem por objetivos a formação de novos intelectuais orgânicos das classes subalternas, sujeitos centrais da luta contra a separação entre a universidade pública e o povo brasileiro.

Programas dos cursos avançados 

O primeiro desafio da Universidade Emancipa será o de oferecer cursos avançados de formação regulares. A proposta inicial é que cada curso possua dinâmica semanal (em um total de 10 encontros), organizados em formatos didáticos diversos e prevendo, além dos momentos expositivos, a elaboração de produtos e ações pensados para o fortalecimento do movimento de educação popular.

Tais cursos serão realizados em espaço próprio da Universidade Emancipa, mantido e organizado a partir de forças próprias e iniciativas do movimento e seus apoiadores. Caso seja estritamente necessária uma seleção de participantes destes cursos, esgotadas as possibilidades de ampliação, ela será feita a partir de critérios que permitam o fortalecimento do movimento social, da educação e da organização populares e de atrizes e atores para os quais tais cursos possam representar o fortalecimento de suas lutas coletivas.

Seguem abaixo propostas iniciais de ementas para os cursos avançados. A ideia é que elas sirvam como referências básicas que conectem as necessidades de formação da Universidade Emancipa às possibilidades que surgirem a partir do engajamento e do diálogo com especialistas, professores e possíveis interessados. Assim, estão abertas a sugestões e enriquecimento.

Curso “Formação de Professores”

Ementa: O objetivo desse curso é realizar uma formação emancipadora e continuada de professores, tendo como público alvo prioritariamente estudantes e profissionais que atuam ou que pretendem atuar na Rede Emancipa, em cursos pré-universitários de modo geral e/ou na educação básica. Propomos dividir o curso em duas partes. Uma primeira mais geral, quando buscamos promover um espaço de entendimento e debate para o exercício de atividades educadoras – que ultrapassem as fronteiras entre os âmbitos formal e não formal – norteadas pela necessidade de dar um sentido ao mesmo tempo reflexivo e prático às formas de conhecimento pedagógico. Nesse sentido, é preciso situá-los à necessidade de, por um lado, fortalecer o sentido público e crítico da educação. Por outro lado, buscamos desvelar os mecanismos da meritocracia, da reprodução da desigualdade econômica, das discriminações, do racismo, do machismo e das mistificações do conhecimento intelectual, que são expressões da naturalização do ensino capitalista e comprometido com projetos elitistas. Na segunda parte, pretendemos abordar separadamente os conteúdos das diversas disciplinas escolares, repensá-los e propor iniciativas, tendo em vista a compreensão de que, para todas as áreas de conhecimento, é possível e necessário que os saberes se substancializem em intervenção e transformação da realidade social mais ampla. Como produtos dessas duas etapas, poderão ser indicadas atividades baseadas em vivências nos espaços da Rede Emancipa e elaboração de materiais para estudos e implementação de projetos. Assim, todos esses passos deverão se traduzir na formulação de alternativas concretas, aderentes ao projeto coletivo de apropriação de conhecimento, formulação de políticas transformadoras e emancipação.

Curso “Desafios do pensamento e da política feminista” 

Ementa: O curso tem por objetivo apresentar em perspectiva histórica, política e teórica o nascimento e desenvolvimento de algumas das mais relevantes ideias feministas dos séculos XX e XXI. Parte, portanto, do pressuposto da profunda historicidade e diversidade interna ao pensamento feminista, bem como da unidade contraditória entre ideias e políticas feministas. O curso iniciará com a discussão sobre a revolução das mulheres antes do feminismo, ou seja, o caráter curiosamente anacrônico entre política de mulheres e ideias feministas na primeira metade do século XX, decisivo para compreender sua especificidade. Em seguida, avança para o imediato pós-1945 e a desconstrução profunda de gênero que tem como resultado uma transformação radical dos valores femininos e o nascimento do feminismo como concepção autônoma da história, da economia, do corpo e da política. A seguir, discutirá a internacionalização e tradução política desta “virada feminista” com o surgimento de feminismos antipatriarcais, decoloniais, antirracistas, de valorização do trabalho doméstico, de proteção do corpo e direitos femininos, etc. Por fim, discutirá a crise pela qual os feminismos passaram no contexto de globalização neoliberal, particularmente a cisão entre reconhecimento e distribuição que teve lugar entre ativistas e intelectuais; bem como e o retorno da “unidade” como desafio político, teórico e cultural das primaveras feministas contemporâneas.

Curso “Realidade Brasileira” 

Ementa: O curso tem por objetivo interpretar a realidade brasileira contemporânea. Para tal, recupera diferentes fontes para a análise das tendências que marcaram a formação social nacional nos últimos anos: da trajetória da sociedade brasileira desde o período escravocrata até a realização do projeto de industrialização do país. Portanto, faz-se necessário um olhar atento ao problema da formação do Estado e da sociedade à luz de uma interpretação crítica da realidade do país. Assim, a proposta do curso implica a problematização sistemática da história brasileira a partir da apresentação de conceitos-chave, desenvolvidos ao longo do tempo com o objetivo de revelar as principais contradições de nossa trajetória contemporânea. Em primeiro lugar, uma discussão das relações de dependência estabelecidas pela estrutura social nacional com a formação do mercado mundial nos século XVII e XIX. Em seguida, destaca-se a intrincada relação entre o projeto de industrialização nacional com o problema do desenvolvimento de nosso subdesenvolvimento. Adiante, enfrentaremos a imbricação espinhosa do populismo e do fordismo periférico. Finalmente, apoiados sobre estes conceitos, avançaremos na direção dos temas contemporâneos, em especial, a relação entre democratização, exploração, espoliação, as questões raciais e de gênero, e o advento do lulismo.

Curso: “Direito à Cidade” 

Ementa: O curso tem como objetivo situar a questão do Direito à Cidade como parte fundamental das lutas emancipatórias de nosso tempo. Como fruto do desenvolvimento capitalista pós-industrial, a urbanização tornou-se não apenas palco, mas protagonista fundamental para a sobrevivência do capitalismo. A permanente expansão, construção e reconstrução das cidades como parte essencial do desenvolvimento crítico do modo de produção capitalista transforma-se, ao mesmo tempo, em paradigma para o desenvolvimento social e humano, colonizando também a ciência, a filosofia e as artes. Desse modo também, as cidades comandadas pela hegemonia capitalista tornaram-se, cada vez mais, foco crucial das lutas políticas e de classes. Trabalharemos neste curso a ideia de que pensar no Direito à Cidade é pensar, portanto, no direito das classes populares (e seus grupos periféricos, negros, femininos, lgbts) – ao passo que disputam a cidade para seus próprios interesses – de serem protagonistas do próprio destino. Assim, a partir de uma abordagem histórica sobre o desenvolvimento das cidades, queremos pensar o urbano contemporâneo, buscando um espaço de reflexão que sirva como um guia para ação neste Brasil posto em questão pela explosão urbana de junho de 2013. O curso será voltado principalmente para ativistas urbanos, militantes dos movimentos por moradia, por transportes, por educação e saúde, ambientais, dos saraus, grafiteiros e artistas de rua, etc., com os quais queremos discutir o caráter estratégico das diversas lutas em curso.

Ajude a Universidade Emancipa a nascer! 

A Rede Emancipa cresceu como movimento popular apoiado na ideia do caráter estratégico do trabalho de base para a transformação social. Essa atuação só é possível porque combinou ao trabalho militante cotidiano uma política de autofinanciamento e de formação político-pedagógica permanente.

Com a Universidade Emancipa, chegamos a uma nova fase. A partir dela será possível dar um salto de qualidade na formação em larga escala de novas referências em educação popular. Para tanto, temos como objetivo abrir uma sede em São Paulo que funcione como um centro de formação para os movimentos sociais, totalmente gratuito, massivo e plural. Nele, teremos os cursos avançados e regulares da Universidade, mas também será um espaço aberto a muitas outras iniciativas, um polo de ampliação, divulgação e organização de atividades educativas, culturais e políticas das classes populares.

Tudo isso também implicará em um salto na organização e autofinanciamento da Rede Emancipa. Será preciso mobilizar recursos para pagar aluguéis, estruturar a secretaria, segurança e limpeza da universidade, reformar e mobiliar o espaço, organizar uma biblioteca, garantir materiais para o uso cotidiano, etc. Para que a Universidade Emancipa se torne realidade e possa desenvolver todo o seu potencial, a conformação de uma rede de colaboração e apoio é imprescindível.


Essa luta também é sua. Apoie a Universidade Emancipa clicando aqui.

Contato: universidade@redeemancipa.org.br

 

Professores(as) universitários(as) que já apoiam a Universidade Emancipa:
 
Brasil

Adriano Santos, Professor – UNIFAL (MG)

Allan da Silva Coelho, Professor – UNIMEP (SP)

Alvaro Bianchi, Professor – Unicamp (SP)

Alexandre Fuccille, Professor – UNESP (SP)

Ana Carolina Vila Ramos dos Santos, Professora – IFSP (SP)

Ana Maria Alvarenga, Professora – UESC (SC)

André Kaysel, Professor – Unicamp (SP)

André Rocha Santos, Professor – IFSP (SP)

André Rodrigues, Professor – UFF (RJ)

Andreia Galvão, Professora – Unicamp (SP)

Áquilas Mendes, Professor – USP (SP)

Arthur Buchsbaum, Professor – UFSC (SC)

Bárbara Castro, Professor – Unicamp (SP)

Bernardo Ricupero, Professor – USP (SP)

Bráulio Roberto Loureiro, Professor – UEMA (MA)

Caio Bugiato, Professor – UFRRJ (RJ)

Carla Regina Mota Alonso Dieguez, Professora – FESPSP (SP)

Carla Almeida, Professora – UEM (PR)

Ciro Teixeira, Professor – USP (SP)

Clarissa Rodrigues, Professora – UFOP (MG)

Claudio Reis, Professor – UFGD (MS)

Clayton Mendonça Cunha Filho, Professor – UFC (CE)

Cleber José de Toledo, Professor – IFSP (SP)

Cristiane Gonçalves da Silva, Professora – UNESP (SP)

Daniel da Cunha Correa da Silva, Professor  – Univali (SC)

Daniel Marques de Freitas, Professor – Fatecie (PR)

Daniela Mussi, Pesquisadora – USP (SP)

Débora C. Goulart, Professora – Unifesp (SP)

Deise Rosalio Silva, Professora – USP (SP)

Fábio Akcelrud Durão, Professor – Unicamp (SP)

Fabio Inácio Pereira, Professor – PUC-PR (PR)

Fabrício Godoi, Professor – Unifeob (SP)

Fernando Alves, Professor – UNOPAR (PR)

Fernando Pureza, Professor – UFPB (PB)

Flavia Biroli, Professora – UnB (DF)

Flávio Ferreira de Miranda, Professor – UFRRJ (RJ)

Franciele Silva Cardoso, Professora – UFG (GO)

Francisco Mata Machado Tavares, Professor – UFG (GO)

Francisco Miraglia, Professor, USP (SP)

Frederico Almeida, Professor – Unicamp (SP)

Gaudêncio Frigotto, Professor – UERJ (RJ)

Glaucia Moreno, Professora – UNIFESSPA (PA)

Hélio Alexandre da Silva, Professor – UNESP (SP)

Hugo Dias, Professor – Unicamp (SP)

Ivete Simionatto, Professora – UFSC (SC)

Jairo César Caetano de Castro, Professor (MG)

Jefferson Ferreira do Nascimento, Professor – IFSP (SP)

Jhonatan Uewerton Souza, Professor – IFPR (PR)

João Campinho, Professor – IFSP (SP)

João José de Oliveira Negrão, Professor – CEUNSP (SP)

Josemar de Campos Maciel, Professor – UCDB (MS)

Josiel de Oliveira Batista, Professor – UNIFESSPA (PA)

Julio Cesar Gonçalves da Silva, Professor IFPR (PR)

Kátia Regina da Silva, Professora – UNIFESSPA (PA)

Larrisa Dahmer Pereira, Professora – UFF (RJ)

Lisete Arelaro, Professora – USP (SP)

Leandro Galastri, Professor – UNESP (SP)

Leonardo Ramos, Professor – PUC (MG)

Lucas André Teixeira, Professor – UNESP (SP)

Luciana Tatagiba, Professora – Unicamp (SP)

Lucília Daruiz Borsari, Professora – USP (SP)

Luiz Belmiro Teixeira, Professor IFPR (PR)

Luiz Celestino Jr., Professor – UFCA (CE)

Luiz Renato Martins, Professor – USP (SP)

Maira Machado Bichir, Professora – UNILA (PR)

Marcelo Dias Carcanholo, Professor – UFF (RJ)

Marcelo Gaudêncio, Professor – UNIFESSPA (PA)

Marcia Cury, Professora – UniJorge (BA)

Márcio Seligmann, Professor -Unicamp (SP)

Marco Antonio Perruso, Professor – UFRRJ (RJ)

Marcos Del Roio, Professor – UNESP (SP)

Marcos Magalhães, Professor – USP (SP)

Mariana Jansen Ferreira, Professora – PUC (SP)

Mariana Zuanetti Martins, Professora – UFES (ES)

Marilea Borges de Lima Salvardor, Professora – UFT (TO)

Mario Augusto Medeiros da Silva, Professor – Unicamp (SP) 

Pedro Henrique Costa Mattos, Professor –  Unirg (TO)

Pedro Henrique Evangelista Duarte, Professor – UFU (MG)

Plínio de Arruda Sampario Jr., Professor – Unicamp (SP)

Renan Quinalha, Professor – Unifesp (SP)

Renata Karla Magalhães Silva, Professora – Colégio Pedro II (RJ)

Rene Trentin, Professor – Unicamp (SP)

Ricardo Bruno Boff, Professor – Univali (SC)

Rigler Aragão, Professor – UNIFESSPA (PA)

Roberto Goulart Menezes, Professor – UnB (DF)

Rocco Lacorte, Professor – UnB (DF)

Rodrigo Duarte Fernandes dos Passos, Professor – UNESP (SP)

Rodrigo Umbelino da Silva, Professor – IFSP (SP)

Rogério Lustosa Bastos, Professor – UFRJ (RJ)

Rosana Pinheiro-Machado (Escola Comum)

Ruy Braga, Professor – USP (SP)

Samuel de Jesus, Professor – UFMS (MS)

Sávio M. Cavalcante, Professor – Unicamp (SP)

Silvio Almeida, Professor – Mackenzie (SP)

Sônia Maria Rummert, Professora – UFF (RJ)

Sue Iamamoto, Professora – UFBA (BA)

Suzana Salém Vasconcelos, Professor – USP (SP)

Suzi Barletto Cavalli, Professora – UFSC (SP)

Theresa Adrião, Professora – Unicamp (SP)

Thiago Trindade, Professor – UnB (DF)

Vania Cardoso da Motta, Professora – UFRJ (RJ)

Victor Coutinho Lage, Professor – UFBA (BA)

Vinicius Carvalho Lima, Professor – UFRJ (RJ)

Internacionais
 
Alfredo Saad Filho – SOAS Universidade de Londres (Inglaterra)
 
Fabio Frosini – Universidade de Urbino (Itália)
 
Firozi Manji, Dajara Press (Canadá)
 
Javier Balsa – Universidade Nacional de Quilmes (Argentina)
 
Jenny Chan – The Hong Kong Polytechnic University (Hong Kong)
 
Jesus David Gutierrez Gonzales – Universidade Nacional da Colômbia (Colômbia)
 
Joerg Nowak – Marie Curie Research Fellow, University of Nottingham (Reino Unido)
 
Rastok Moknik – Singidunum University, Belgrade (Sérvia)
 
Rodrigo I. Francisco Maia – Brunel University London (Reino Unido)
 

Pesquisadores(as) e estudantes que já apoiam a Universidade Emancipa 

Amalyn Nascimento Florentino, Funcionária – FIOCRUZ (RJ)

Camila Ribeiro, Mestre – USP (SP)

Carol Tomasi, Doutora – USP (SP)

Cássio José de Oliveira Silva, Doutorando – Unicamp (SP)

Celly Cook Inatomi, Pesquisadora – Unicamp (SP)

Cláudio Rennó, Mestrando – USP (SP)

Daniel Alencar, Doutor – UFC (CE)

Daniela Vieira, Pós-doutoranda – Unicamp  (SP)

Danilo Costa Nunes Andrade Leite, Doutorando – USP (SP)

Débora Zanini, Doutoranda – Unicamp (SP)

Diego dos Anjos Azizi, Mestre – Faculdade Mundial (SP)

Emanuely Silva, Estudante – E E Condomínio Carioba Recanto Marisa (SP)

Eric Gil Dantas, Doutorando – UFPR (PR)

Erika Moreira Martins, Doutoranda – Unicamp (SP)

Fabrício Menardi, Doutor – Unicamp, (SP)

Felipe Salvador Grisolia, Doutorando – UFRJ (RJ)

Giovana Labiagalini Martins, Pesquisadora – USP (SP)

Isabela Grossi Amaral, Mestranda – UFLA (MG)

Isis Rodrigues de Carvalho, Estudante – Unigranrio (RJ)

Joana Salém Vasconcelos, Doutoranda  – USP (SP)

Jordan Michel-Muniz, Doutorando – UFSC (SC)

Julia Schultz dos Santos, Estudante – Universidade Metodista (SP)

Laisa Marostica Stroher, Pesquisadora – UFABC (SP)

Lucas Passos Tomaz, Estudante – UFPB (PB)

Luís Olavo Melo Chaves, Doutor – UFRGS (RS)

 
Márcia Bassetto Paes, Doutoranda – USP (SP)

Maria Ligia Ganacim Granado Rodrigues Elis, Pós-doutoranda – UEM (PR)

Mariana Maia Ruivo, Doutoranda – Unicamp (SP)

Maurício Costa de Carvalho, Doutorando – USP (SP)

Rafael Balseiro Zin, Doutorando – PUC-SP (SP)

Rafael Moreira Mucinhato, Doutorando  – USP (SP)

Renato César Ferreira Fernandes, Doutorando – Unicamp (SP)

Ricardo Normanha Riberiro de Almeida, Doutorando – Unicamp (SP)

Rodrigo Mayer, Pós-doutorando – UFSC (SC)

Rodrigo Sarruge Molina, Pesquisador – PUCCAMP (SP)

Roger Seiji Itokazu, Professor – SENAC (SP)

Stella Paterniani, Pesquisadora, UnB (DF)

Sydnei Melo, Doutorando – Unicamp (SP)

Talita Mochiute Cruz, Doutoranda – USP (SP)

 
Tarso Menezes de Melo, Doutor – USP (SP)

Thiago Nunes, Mestre – Univali (SC)

Vanda Maria Martins Souto, Doutoranda – UNESP (SP)

 

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