Cursinhos da Rede Emancipa

O 25 de julho nos lembra de nossos desafios, de nossas dores, mas também nos unifica

É um momento importante para debatermos os meios para superarmos a opressão histórica que opera em diversos níveis sobre as mulheres negras.
As mulheres negras latino americanas e caribenhas são símbolo da luta por resistência, contra o autoritarismo que pune corpos e existências, que retira direitos e que trata a negritude e as mulheres como inferiores.

Foi do ventre das mulheres negras que escorreram os caminhos de toda a humanidade, do sangue, do trabalho e da luta.

Tereza de Benguela foi uma líder quilombola, que viveu durante o século 18 .Tereza se tornou a rainha do quilombo, e, sob sua liderança, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas.

Nesse 25 de julho, a comemoração é lembrar daquelas que vieram antes de nós, as que estão na luta e das que virão para seguir resistindo, lutando e sabendo seu lugar no mundo.

Salve Tereza, Marielle Franco, Antonieta de Barros, Benedita da Silva, Jurema Batista, Chiquinha Gonzaga, Ruth de Souza, Elisa Lucinda, Conceição Evaristo, Maria Filipa, Maria Conceição Nazaré (Mãe Menininha de Gantois), Luiza Mahin, Lélia Gonzalez, Dandara, Carolina Maria de Jesus, Elza Soares, Mãe Stella de Oxóssi, entre tantas outras. ✊🏿💚

E é por isso que a Revista Movimento libera o texto completo sobre a luta e os desafios das mulheres negras, presente na penúltima edição da revista, em seu site:

25 DE JULHO | DIA DA MULHER NEGRA, LATINO-AMERICANA E CARIBENHA

 

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